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-4:27

Mildri Karlsen, The Lodaya Lincah

Misteriosa? Eu? Puff.

Oi! Meu nome é Mildri Karlsen, sinta-se lisonjeado por saber isso, pois são poucas as pessoas que não me conhecem como Lodaya Lincah. A história por todo este mistério envolvendo meu nome é bem extensa, então deixarei para te contar mais adiante, uma coisa de cada vez, certo?!

Eu não sou nem um pouco ligada à significados de nomes ou todas essas baboseiras de numerologia, todos somos um bando de merdas, e não é as letras de nossos nomes que irão definir o quanto fedemos. Após abandonar meu nome verdadeiro, afim de enterrar histórias que devem ser esquecidas, fui nomeada por alguns amigos de roubos como A Tigresa Ágil, em uma tradução do Sudanes. Este idioma foi escolhido pois era o único que eu sabia pronunciar, além do norueguês. 

Quase Trinta

Minha idade? Estou com Vinte e Sete anos, e desculpe, mas não sei em que dia nasci. A única coisa que consta em minhas documentações é o mês de maio, e levando em conta algumas lembranças,  meu aniversário era comemorado logo após a virada do mês de abril. Sendo assim, pelos meus cálculos, sou do signo de touro. Acho bacana essa treta de astrologia, mas sempre tive preguiça de procurar videntes, ou ler aquelas revistinhas de bancas, no máximo lia as 'sorte de hoje' dos jornais. As pessoas que entendem disso costumam me dizer que meu signo combina perfeitamente com minha personalidade, costumo ficar brisando 100% quando caímos nesses assuntos, mas já gravei algumas características em comum entre eu e meu signo. Tipo a independência e a vontade de mandar todo mundo se foder pra ficar deitada no sofá.

Pego Geral, até os Exóticos!

Meu gênero? Cara! Que pergunta indelicada! Eu sei que falo de boca cheia, mas isso não significa que eu sou um homem. Nasci 100% mulher, ok?! E acho minha cintura fina muito bacana. Agora, sobre minhas opções sexuais.. Ahm, eu sou meio aleatória. Não curto muito romance, não curto nhenhenhe, quando estou com vontade de transar eu convido qualquer maluco o suficiente para aceitar, independente da arma que ele leve entre as pernas. Há. 

Tendência e Lealdade

Neutra Imparcial

Estrangeira

Nasci em Oslo, capital da Noruega. Fui vendida para um sudanes ricão que morava em Chicago quando tinha seis anos, isso explica o fato de eu saber falar Noruegues, Sudanes e Inglês. Minha gramática americana é péssima, tanto escrita quanto falada, pois só vim a aprender sobre o 'verb to be' a 4 anos atrás.

                                                Sou cuzona.

A grande verdade é que eu aprecio minha companhia. Rolaram muitas coisas que me ensinaram, quase que à força, que não existe maior confiança que a que se tem em si próprio. Eu tive experiências bem ruins, a vida me deu motivos mais que suficientes para me encolher em um canto e passar o resto de meus dias lamentando, mas sempre fui cabeça dura demais pra isso. Eu não me orgulho de ser uma vítima, eu me orgulho de ter deixado estes tempos escuros para trás. Chamo essa mudança de transição, foi quando esta mulher deixou de ser Mildri Karlsen para se tornar Lodaya Lincah. Não queria ter de ficar repetindo minha história por aí, despertar surpresas ou até compaixão, cresci sem receber nenhum tipo de sentimento, e confesso que não acho isso tão ruim assim. Sempre estive acostumada a não despertar amores, as pessoas nunca ligaram verdadeiramente para mim, e é assim que as coisas devem continuar fluindo. Eu não irei cobrar nada de você, e você não deve cobrar nada de mim. Eu não preciso de você, e é melhor que você não dependa de mim, pois eu provavelmente não estarei lá para te socorrer. E não se preocupe, eu jamais te iludirei com isso.

Agora, desfocando de minha filosofia de vida, posso te afirmar que não sou uma pessoa tão filha da puta quanto pareço. Eu, de fato, não arrisco minha vida por ninguém, mas posso te ajudar a resolver um cálculo matemático sem problemas, não é porque eu não gosto de fazer coisas pelos outros que irei negar uma mãozinha, ok?! Uma coisa legal sobre mim, é que gosto de estar em ambientes harmoniosos, costumo me entrosar com facilidade e raramente faço inimizades. Pode ser um pouco difícil lidar com meu jeito exageradamente extrovertido, pois tenho costume de zoar até quem não tenho intimidade, e você sabe, não é uma boa primeira impressão. Então, sendo assim, eu só não irei gostar de você caso seja uma pessoa entediante e resmungona, eu odeio gênio de gente velha, sou nova demais pra aturar pessoas ranzinzas. 

Gosto de contato físico, gosto de saber que as pessoas gostam de mim, mas por sua vez, não me importo se não gostam também. Eu vivo minha vida, e você vive a sua, desde que seu santo não tente mexer com o meu, estamos bem. Se tem uma coisa que não faço, é criar listas de pessoas que me identifico mais, nunca tive uma melhor amiga, ou um melhor amigo, ou até mesmo um namorado, pois trato a todos com igualdade, jamais farei mal a você para agradar outra pessoa. Não sou melosa, nem romântica, a grande verdade é que eu já aceitei que não fui criada para me apegar à pessoas, meu grande amor são meus bens. Tenho coleções de jóias, de notas de outros países, de bolsas, de chaves... A maioria destas peças são retratadas por outras pessoas como lixo, mas têm grande valor para mim, na verdade, as valorizo muito mais que todos os meus conhecidos juntos. 

Me considero uma pessoa estável, equilibrada, tenho senso de justiça, mas também, de punição. Não sou conhecida por ser tolerante, na verdade, já houveram vários casos: ''Segurem a Lincah'', pois quando mexem comigo, ou com minhas coisas, não costumo perdoar ou esquecer. Sou orgulhosa demais para pedir desculpas, por sinal. Jamais espere que eu vá atrás de você para resolver um problema, eu não irei, pois não preciso de você. Minha vida inteira me virei sozinha, posso não ser fodona com estratégias, mas tá para nascer alguém que consiga me segurar. 

Ah, e falando em habilidades, sou a maior furtiva das ruas de Chicago! Faço parkour, sou leve, pequena, e escorregadia como um girino, nem mesmo câmeras conseguem me captar, gosto de pensar nisso como um tipo de dom; É a unica coisa que digo e repito que sou boa.

Cara, a minha história é um cu.

Eu nasci na Noruega, Oslo, e confesso não lembrar o nome de meus pais. Eu não lembro nada daquela época, absolutamente nada. Todas as minhas lembranças sobre meus pais biológicos são de um dia extremamente frio, na sala do chalé em que morávamos, onde eles me trocavam por um envelope gordo de dinheiro. Havia um homem estranho, de pele escura e roupas que se assemelhavam a vestidos, ele estava sentado em um dos sofás, e falava coisas que eu não entendia, enquanto um outro homem traduzia para que minha familia o compreendesse. Lembro de minha mãe segurando a mão de meu pai, e que eu a olhava como se já sentisse que algo muito ruim estava acontecendo, mas ela me ignorava, seus olhos estavam marejados e ela parecia se controlar para não trocar olhares comigo. Eu estava extremamente assustada, sentada sobre o tapete, ninguém brigava comigo, mas todos usavam um tom sério que me deixava acuada, meus olhos transbordavam, e eu lembro que nem sabia o motivo. Eu realmente não sei o que levou eles a me venderem para um desconhecido, mas eu sei que eles me amavam, não que isso melhore as coisa, mas faz com que eu me sinta menos inútil. Naquele dia eu fui levada pelo homem moreno de vestido, meu pai havia se acocado e estalado um beijo em minha testa antes de dizer que o homem ia apenas me levar para passear.


Como já era de se esperar, o passeio nunca terminou.


Houve uma grande viagem, lembro de entrar em uma aeronave, e de meus ouvidos doerem no momento da decolagem. Uma mulher norueguesa já me esperava lá dentro, ela parecia ter sido contratada para me acalmar, me contou várias histórias, despertou minha curiosidade dizendo sobre o palácio no qual eu iria visitar, e me ensinou que o homem de vestido se chamava Senhor Ishag, um homem muito rico que morava em um país muito diferente do meu. Todas as minhas lembranças desse dia são muito infantis, lembro de dar mais atenção ao fato de estar sobrevoando a Noruega do que ao fato de que nunca mais veria meus pais. Os anos após este dia foram muito complicados, e eu confesso que não gosto de lembrar deles.
Poderia ter sido pior, Senhor Ishag era extremamente neurótico com sua religião e com sua casa, mas não era um homem cruel. Ao contrário do que acontece com muitas meninas vendidas, eu nunca fui sexualmente abusada, no entanto tive meu psicológico abalado por outros tipos de pressões. Eu era Mildri, a menina norueguesa de seis anos, em uma mansão em Chicago, rodeada de escravas Sudanesas, e nenhuma delas entendia meu idioma. Todas as empregadas eram atarefadas demais para me ensinarem a falar, no momento em que pus os pés naquela mansão, deixei de ser uma criança, forçada a viver o resto da minha infância com o peso torturante de ter de me preocupar em ser compreendida. De nada adiantava eu chorar e me lamentar, ninguém entendia, ninguém sabia que tudo o que eu queria era voltar para casa! Então só me restava reprimir meus desejos e fazer o que elas me apontavam, eu não tinha tempo para brincar, nem para aprender a ler, nem escrever, nem para frequentar uma escola. Eu tinha seis anos de idade e lavava copos o dia inteiro. Mas que diabos de vida era essa? Deus havia me colocado no mundo para lavar copos? 


E desde então, Deus e eu estamos brigados.


Eu vivia uma vida sem prazeres. Meus trabalhos eram recompensados com comida, apenas. Eu podia comer o que quisesse, a geladeira sempre esteve ao meu dispor, mas eu morava dentro de uma cozinha, e não fazia nada além de esfregar taças! Meus dedos viviam enrugados, eu tinha hora para acordar, para dormir, para comer, para tomar banho e para trabalhar, e não tinha tempo para mim. Essa foi a minha incrível infância!


Demorou um pouco para que eu encontrasse um hobby. Tinha oito anos, e já havia aprendido um pouco do sudanês, sozinha, devo acrescentar. Foi algo totalmente natural, e totalmente impulsivo: Estava limpando os vidros de um dos quartos de hóspedes, e quando percebi, havia aberto um dos porta jóias e colocado um cordão dentro do bolso do avental. Foi meu primeiro furto, e cara, foi muito louco! Bateu uma adrenalina do demônio! Eu terminei meu serviço com o vidro e fui diretamente para meu quarto, furei a lateral do meu colchão e enfiei o cordão de ouro lá. Foi assim que minha coleção começou, depois do primeiro, eu passava o dia inteiro bolando estratégias para roubar mais coisas da casa, desde garfos até anéis dos mais variados quilates. Eu fingia que não sabia o Idioma das escravas, então não conversava com elas, mas as ouvia comentar que já haviam dado falta de algumas peças de decoração da mansão. E assim eu me mantinha neutra enquanto bolava mil e uma maneiras de roubar mais coisas. Em minha mente de criança burra, eu esperava um dia conseguir vender tudo para comprar minha liberdade, mas no final das contas, sair de lá foi tão simples quanto entrar. 


Já faziam dois anos que eu colecionava itens, estava com dez, quando entrei no meu quarto e encontrei uma das escravas trocando os lençóis. Ela havia percebido a fenda ao lado de meu colchão, e disse que havia um colchão novo sobrando em outro quarto, a intenção dela era me ajudar, mas no final das contas, fodeu bahia. Ela foi levantar a porcaria do colchão rasgado e notou a diferença de peso, sacudiu o bagulho e TUDO o que eu tinha roubado nos ultimos dias caiu no chão. A vagabunda saiu correndo pra contar para os seguranças e eles me chutaram para fora. Cara, que bosta. Eu tinha 10 anos e não tinha mais uma casa! Em Chicago! Sem falar inglês! 


'' Eu vou morrer '' Foi a primeira coisa que eu pensei.



Mas eu não morri! O meu primeiro instinto foi vagar, caminhar pela cidade, procurando algo que eu não sabia exatamente o que era. E eu jamais vou esquecer dos rapazes que encontrei em uma praça, lembro de meu fascínio ao vê-los pulando sobre as barras do parquinho, escalando as fontes sem caírem, subirem nas árvores com ainda mais habilidade que os macacos. Lembro de desejar com todas as minhas forças conhecê-los, mas não ser capaz de conversar por não saber falar inglês: " Naon anu anjeun lakuekun? '' Eu gritava, perguntando o que eles estavam fazendo. Eram homens, com o dobro de minha idade, e apenas me olhavam com expressões confusas. No final, eu acabei desistindo de conhecê-los, e de pedir para que me ensinassem, e apenas me sentei para assistir... Lógico que quando eles foram embora eu tentei reproduzir. Me escalavrei toda, me arrebentei toda, mas não desisti.


Lembro que aquela noite foi foda, eu dormi dentro do banheiro da praça, e ele fedia como o cemitério do inferno. Eu mal consegui dormir, apenas cochilava e tentava conter a fome. No outro dia tive que implorar, com mimicas, para o rapaz que vendia saquinhos de amendoim, para que me desse um pouco, e por sorte, ele o fez, em troca de eu cuidar do carrinho enquanto ele almoçava. Eu não desisti de aprender a saltar como aqueles meninos,  e continuei praticando, sem nem mesmo saber o que eu estava fazendo, tentando cair rolando de cima das árvores, ou pulando de uma gangorra para a outra... Eu só não esperava que eles praticassem no parquinho todos os dias.


Me pegaram com a boca na butija, chegaram lá e me viram pulando feito um macaco. Não preciso dizer que eles chegaram em mim e tentaram conversar, e que eu fiquei brisando bahia total. Foi nesse dia que eu conheci o Layon, ele era o mais jovem entre os rapazes e tipo, salvou minha vida. Ele foi quem mais se esforçou para me ensinar o parkour, parava tudo para fazer mímica, para mostrar o que eu fazia errado, e o mais legal é que eu entendia mesmo sem ele dizer uma única palavra. Foi mais ou menos uma semana assim, eu não aguentava mais comer amendoim, nem morar no banheiro. Lembro que ele tentava me ensinar uma tática de rolamento quando eu suspirei, pela primeira vez em norueguês um: '' Dette er sa vanskelig! '' (Isso é tão difícil!) E ele, pela primeira vez me entendeu, pois também falava Norueguês. Foi tipo, uma luz no fim do túnel, foi a primeira vez que fiquei verdadeiramente feliz em anos! 


Sentamos no banco, deixamos as aulas de lado, e ele me ouviu. Ele sentou, abaixou a cabeça, e ouviu toda a minha história, foi a primeira vez que uma pessoa se interessou em me ouvir, e eu jamais esquecerei. Layon foi meu herói, e por mais que na maioria das vezes ele não me compreendesse, sempre se manteve ao meu lado, ele me apoiava até quando decidia fazer coisas erradas, e acho que se em toda minha vida alguém chegou perto de despertar qualquer tipo de amor, foi Layon. Depois daquela tarde, em que ele verdadeiramente me conheceu, fui levada para sua casa. Era um apartamento pequeno, o qual ele morava sozinho.


Ele ficava fora na maior parte do tempo, nos víamos só a noite, pois ele trabalhava e estudava, era apenas 6 anos mais velho que eu, mas em alguns momentos agia como se fosse meu pai. Eu não gostava de ficar presa no apartamento o dia todo, então passava as manhãs dormindo e as tardes na rua, praticando parkour. Não demorou muito para que os meus instintos começassem a aflorar, eu não conseguia ver uma bolsa aberta, uma carteira caindo de um bolso, ou um celular dando sopa, eu furtava sem ninguém perceber. Desde o início eu mantive Layon informado, eu confessava à ele que não conseguia controlar essa... Vontade louca de tomar tudo para mim, foi ele quem me mostrou que eu não era a única pessoa com tal característica, que era um tipo de falha em meu cérebro que me tornava uma cleptomaníaca. E assim como todas as merdas de minha vida, eu aceitei. Ele queria me levar para um tipo de tratamento, desde psicólogos até para dar uns socos na academia, mas roubar me dava prazer, e com o tempo eu fiquei extremamente habilidosa nisso.


As coisas iam bem, até que eu completei 12 anos, e Layon 18. Ele teve de se alistar, era um homem forte e responsável, eu sempre soube que o chamariam para o exercito independente se ele quisesse ou não. Dito e feito, passei a ficar sozinha naquela porra de apartamento, ele mandava dinheiro para ajudar com as despesas, mas eu guardava por pura teimosia, conseguia pagar as contas com o que conseguia roubar. Eu fiquei muito boa em furtos, minha mão era leve, e o fato de ter aprendido parkour me ajudava quando precisava fugir, aprendi sobre as câmeras, e com o tempo, bandidinhos de rua me descobriram. Agir em grupo era muito mais fácil, andávamos pelos quarteirões furtávamos, e no final do dia, dividiamos todo o dinheiro.


Conheci a Miss Phoenix com 15 anos, ela e mais alguns garotos bolavam assaltos à pequenos mercados e feiras, mas algo rolou com a casa deles e ela teve de fugir. Layon havia me ensinado um pouco de inglês, mas eu era acanhada demais para por minha pronuncia à risco de chacota, apenas assentia com a cabeça e gesticulava sim ou não, por esse motivo não consegui trocar um bom papo com Lisz na primeira vez que a vi. Um bandidinho de Lisz me procurou, e me explicou que ela havia criado um pequeno grupo de jovens abandonados/fodidos, me convidando para juntar-me a mesma causa: Roubar e foder Chicago. Logicamente, eu não recusei.


Assim que cheguei lá, meu nome foi alterado, apenas Layon e Lisz sabem meu nome verdadeiro, e mesmo assim, só o pronunciam quando estamos sozinhos, ou quando faço algo muito errado. O resto me conhece como Lodaya Lincah, e realmente acreditam que esse é meu nome, é comum ouvir chamar-me por Daya. No final das contas, Layon se juntou a mim na trupe da Lisz, e estamos todos muito bem, obrigada.




Uma Olivia Palito Mais Moderna

Eu sou bem miúda, tenho um metro e sessenta e dois (1,62m) e peso 45kg. Não, não sou anoréxica, nem anemica, nem doente. Sou realmente muito fina, mas acho que é genético. Eu como pra cacete, mas não engordo, e acho que o parkour me ajuda a manter tudo em cima. 

Massa gorda, em meu corpo, é raridade. meus braços são franzinos, assim como minhas pernas. Mesmo que meu corpo seja bem desenhado, não tem 'carne para agarrar'. Tenho a cintura extremamente demarcada, parece até que tirei algumas costelas, mas juro que nasci assim. Talvez o fato de eu usar espartilhos acentue isso.

Meu cabelo natural é castanho médio, mas desde que aprendi a falar ingles, pinto de preto. Ele não é muito longo, as pontas batem na altura de meus seios, e mantenho uma franja bem pesada contornando meu rosto, pelo simples motivo de; Eu odeio minha testa. Curto muito prender mechas coloridas, de cabelo sintético, em meio aos meus fios, então cada dia estou com eles diferentes.

Tenho uma coleção de perucas, algumas comuns, outras nem tanto. Uso-as tanto em disfarces como no dia-a-dia. Eu tô sempre maquiada, mas não é uma questão de: ''Nossa, a Lincah é vaidosa'', eu só tô acostumada e não me sinto eu sem os olhos pretos como os de um panda. Tenho um estilo meio metal industrial e gótico, Minhas roupas são escuras, e cheias de metal, não que eu seja fissurada nos gêneros, mas gosto, e me visto de tal maneira porque me sinto bem assim.

A Cachola de uma Cleptomaníaca!

Sou cleptomaníaca, desde tipo... Sempre. 

 Não tenho vícios. Já fumei, cheirei, bebi, mas consigo viver tranquila e feliz sem tais drogas.

 Nunca havia acessei a internet.

 Meu inglês é péssimo, e eu acho muito chato quando ficam zoando meus erros gramaticais.

 Prefiro objetos à pessoas.

 Faço parkour desde os 10 anos de idade.

 Sou bissexual, mas prefiro homens, costumam me proporcionar mais prazer.

 Não gosto de ser julgada, nem criticada, não faço isso com ninguém, então é melhor que não façam comigo.

 Eu amo tatuagens! Mas não tenho nenhuma, queria muito fechar meu corpo com desenhos, mas tipo, nossa, não consigo encontrar nenhum bom o suficiente (não com a grana que tenho)

 Tenho uma coleção de perucas, outra de jóias, outra de fivelas, outra de pedras, de sutiãs, de maquiagens, de bolsas, e de sabores de camisinhas. 

 Nunca quebrei um osso, apenas desloquei o ombro em uma queda, quando comecei a praticar parkour.

 Fui vendida para um ricão sudanês quando tinha seis anos. Trabalhava na sua mansão como lavadora de copos, mas fui expulsa ao completar 10 anos, quando descobriram que eu roubava alguns objetos da casa.


Os QUASE Relacionamentos!

Solteira sim, sozinha nunca. 
Tipo, uh, eu não consigo namorar, cara, deve ser muuuuito chato! Ter uma pessoa no seu pé o tempo todo, te cobrando atenção, te cobrando carinho, sem poder pegar outra pessoa. Eu imagino coisas bem enjoativas, e é por isso que prefiro ficar sozinha. Nunca me apaixonei, nunca mesmo, consigo diferenciar amor de atração muito fácil, então, estou muito bem assim.
Já me envolvi, sexualmente, com uma pancada de pessoas, tipo o Pietro e a Valentina, mas nada que durasse pra cacete. Geralmente nós só... Aproveitamos as noites que não temos nada para fazer para trepar. Fim. 

Galeria!

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ATUALIZADO!

Design de Turno

Nota da Autora

Mildri Karlsen 1.0

RPG Um: Team!, de @Ferfa

RPG Dois: Let Me Love You, de @JamillyBella

RPG Três: Team! 2.0, de @Ferfa

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