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Darrel Boston Kavanacht

Personagem Primário

Nome

 Darrel Boston Kavanacht, nome este que, por ironia, têm origens e significados tão misteriosos quanto seu portador. Nunca foi do feitio de Darrel fazer buscas sobre nomes, mal sabe ele que as páginas de pesquisa ficam vazias quando seu nome é lançado na rede. 


 O nome foi escolhido pela mãe, durante uma noite sentada em frente à lareira, ainda grávida dos gêmeos. Era seu desejo que os nomes fossem tão parecidos quanto suas faces, e acabou por conseguir, depois de muito rabiscar em papéis, e muito matutar sobre as consoantes que mais lhe atraíam. Darrel e Darius. Em ordem de nascimento. 


 Ainda que pouco incomum, o nome o agrada. É forte e simples, o que lhe poupa tempo de soletrações.

-Idade-

 Nasceu no dia 7 de Abril de 1973, com sol em Áries, Ascendente em Sagitário e Lua em Gêmeos. 

 Darrel nasceu antes de Darius, às 22h10 de um sábado. Não muito ligado à astrologia, nem ao misticismo, muito menos a qualquer tipo de religião, ainda assim, não escapada da realidade. Seu mapa astral condiz perfeitamente com seu caráter e personalidade. O Ariano impulsivo, de sangue quente e pensamentos complexos até para o próprio entendimento. O posicionamento dos planetas, as casas, todas em signos voltados à racionalidade ou ao temperamento instável, tornando-o um grande misto de confusões, atritos e desejo de alcançar o dito impossível.

 Darrel e Darius não são gêmeos idênticos.

-Tendência-

 O fato de que sempre opta por priorizar os próprios desejos o torna um Maligno Imparcial. 


 Não crê em Karma, no entanto, acredita no poder da troca de favores, tudo se resume ao quão importante uma pessoa é, e o que ela é capaz de lhe oferecer. Não é segredo que o homem é um perseguidor de ideias absurdas, e caso precise de seu auxílio para que as alcance, não hesitará em fazer, dizer, mostrar ou chantagear. 


 Na maioria das vezes soa estúpido, ríspido, direto e grosso, pouco se importa com as asneiras que pensam sobre ele. Transparece total desinteresse, SEMPRE, mas a verdade é que seus pensamentos são intensos demais para que suas expressões possam acompanhar.

-Habilidades-

 Mesmo que Darrel seja dominado por seus impulsos, suas habilidades são definidas pela razão. A experiência com investigações e o fato de ter nascido envolvido com o FBI o tornam um Estrategista Nato. O raciocínio é rápido, no entanto, ele tem dificuldade para se expressar e acaba guardando a maioria das resoluções para si. Pouco entendido sobre combates corpo-a-corpo, sua resistência é proporcional à sua estatura e idade. Os músculos são firmes, sem nenhum exagero, graças á algumas idas a acadêmia do condomínio e suas corridas diárias. Não muito interessado em aprender sobre auto-defesa, domina apenas movimentos básicos de desarme e imobilização, seu nível de força é comum. 

 O manuseio á armas é excelente, pratica desde os 12, tem total controle e entendimento sobre as mais diversas armas de fogo. Possui um controle de fôlego moderado, outro feito das corridas. Brevemente ágil, faz o tipo alto e elegante, não desengonçado, ainda assim, não se atreve à esconder. 

 Resumidamente, posso afirmar que Darrel ocupa o lugar correto: O Escritório. 

-Cargo-

 Desde muito jovem têm sido instruído para seu atual cargo na Diretoria do FBI de Sacramento. Coisa que, desde sempre o infernizou. 

 A relação entre Darrel e seu trabalho é tão complexa quanto qualquer outro relacionamento no qual ele tentou se comprometer. Os famosos casos de amor e ódio. É orgulhoso, e verdadeiramente sente prazer em trabalhar com o FBI, no entanto, tem consciência que seu emprego é o principal culpado por tamanha amargura. Sempre fora impaciente, e enquanto caminha à passos pesados pelos corredores do departamento, é exatamente isso que transparece. 

 Seu pai fora um importante líder dentro do FBI, recheado do desejo de que seus filhos seguissem seus passos, principalmente Darrel, que nasceu com o peso de ser o mais velho por apenas alguns minutos de azar. Sua infância foi tomada pelos livros, assim como o gosto por entretenimento foi roubado pelas responsabilidades. No entanto, quando suas fases de rebeldia passaram, ele agradeceu ao pai por te-lo colocado neste caminho.

-Personalidade-

 A intensidade de seus desejos e pensamentos é tão profunda, que se misturam à seus sensos de justiça e remorso, tornando-o um homem completamente destrutivo e complexo. É como se seu cérebro se focasse em tantas coisas, ao mesmo tempo, que seu corpo não é capaz de transparecer tudo aquilo que realmente deseja. Esse atraso corporal torna-o completamente frio em expressões, o semblante transluz profunda falta de interesse, enquanto, na verdade, seu cérebro só está compenetrado demais em tomar decisões corretas, o que na maioria das vezes não funciona. O sangue é quente, ferve, tira-lhe o controle e faz com que avance buracos na base de saltos, forçando-o a odiar a si próprio por portar tamanha impulsividade. 


 A mente é completamente desorganizada, e talvez seja este o motivo por trás de tanta impaciência. A dificuldade em ordenar pensamentos, prioridades, desejos, responsabilidades, trabalho e vida social, torna sua mente uma inteira tsunami, com idéias boiando e racionalidade sendo sugada para os cantos mais profundos de sua consciência. Ainda assim, é intuitivo, criativo, até. As idéias surgem sem que seja necessário aprofundar-se em reflexões, no entanto, complica-se quando expô-las é necessário. Se perde em palavras, o foco lhe foge, e ele começa a se perguntar se realmente tomou a decisão correta, no meio do caminho se perde, se retira, sente-se inútil por não ter confiança suficiente em suas decisões. Isso explica sua constante frustração. 


 Seu relacionamento com terceiros, sempre, se torna entediante. Não faz o tipo simpático, tampouco se esforça para dar um sorriso, então somente quem aprecia esta seriedade Darreriana ousa aproximar-se. Quando de bom humor, tem como hobby usar pessoas como desafios, fazê-las gostarem dele, aproximarem-se, forçá-las a decifrá-lo, e quando finalmente ganha o carinho delas, o respeito completo; dá de ombros. Se cansa, enjoa, a graça vai por ralo a baixo e mais nada é capaz de fazê-lo desejar estar por perto novamente. E Darrel, insuportavelmente, não se importa com o fato de decepcionar outras pessoas, em sua cabeça, existem coisas mais importantes que lamentações e decepções. É mais fácil mantê-lo entretido agindo com ousadia, desafiando-o, rebolando sobre um queijo de novidade, do que choramingando seu afastamento. 


 A necessidade de independência e constantes mudanças é extremamente evidente. É pioneiro em teimosia, em bater pés, em enrugar a testa e criticar ideias contrárias as dele. É brusco ao falar, ao dar sua opinião, pode demonstrar certa rebeldia quando contrariado, elevar a voz, partir para grosserias, insultos, envolver assuntos paralelos os quais sempre julgou terem sido cometidos erroneamente, e criar uma verdadeira tempestade pelo simples fato de ter recebido um Não. É estúpido, e não se importa em perder amizades, subitamente ou acidentalmente. Sua resposta final sempre é dar de ombros. A grande verdade é que Darrel não se importa com nada, desde que o mundo esteja girando do jeito que ele mandou girar.


 Sofre do bem, ou talvez do mal, do desapego. Tudo que o prende, ele detesta. Seu radicalismo pode criar uma imparcialidade muito forte, e somado ao seu semblante serenamente irritante, a maioria das pessoas nunca sabem o que esperar de Darrel. No conceito dele, a facilidade em desapegar-se é uma qualidade, o torna um errante, cria certa liberdade referente a franqueza, tanto que, pode assustar. Quando transborda amargura, é comum parar-se como um dois de paus em fronte a um pobre qualquer e trocar o Bom dia, por um Você é um inútil. Existe essa necessidade em expressar o quanto as pessoas o decepcionam, mas sem drama, sem deixar-se cair no fundo do poço por um erro que não é dele. Simplesmente põe pra fora, despeja suas frustrações, e vai embora alguns quilos mais leve como se nada houvesse acontecido. E é aconselhável que simplesmente aceite os julgamentos de Darrel, ele não costuma discutir suas críticas. Assim como está pouco se fodendo para quanto é odiado, está pouco se fodendo para quem sente-se ofendido por seu ódio. 

 

 O grande problema está em não ser respeitado. Mesmo que brusco e estúpido, e até desrespeitador, Darrel sabe valorizar um bom trabalho e sabe como demonstrar seu orgulho. E sente, talvez injustamente, que deve ser respeitado, afinal, não chefia o FBI para fazer amigos, e sim, auxiliar bons profissionais a se tornarem impecáveis. No momento em que um funcionário estufa o peito para enfrentá-lo, sua não-paciência cai abaixo do limite, e com um enorme sorriso de satisfação ele faz o que mais vem lhe dado prazer; Aponta em direção à porta. 

-História-

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